
Perguntaste-me o que achei e como vivi todo este pequeno perìodo de tempo, perguntaste-me se pensei mesmo que valia a pena ou se terias sido uma tentativa, pedis-te desculpas por nem sempre seres tu mesmo, mas afirmas-te teres feito muito por isto, mas mesmo assim acrescentando um: "fiz não fiz?". Olhei-te com uma certa ironia, para quem teria acabado de declarar tal com tanta certeza e firmez achei mesmo que esta teria sido a pergunta mais ridicula que alguma vez ouvira, ainda por cima feita na negativa, fechando-me as portas para outras possiveis respostas às quais eu achasse certas. Fizeste-o porque querias ouvir um: "sim, fizeste!" não porque eu o acha-se, mas porque tu o querias. olhei para o chão, e reproduzi o mehor som sìnico que alguma vez conhecera juntamente um ligeiro sorriso ainda mais ironico, e fui-me embora, sem responder a nenhuma das tuas questões, tendo a certeza de que tinhas ficado complectamente esclarecido, e sabes o que é o mais absurdo? eu não deixei voar uma unica palavra, mas tu conseguiste colher todo o meu sentimento, e mais que isso, conseguis-te descodificar toda a mensagem que se filtrava no meu olhar .